Virginia Fonseca decide não fazer mais publicidade de casas de apostas
Posicionamento da influenciadora acontece quase dois meses após término de parceria comercial com plataforma online

Virginia Fonseca, de 27 anos, não fará mais publicidade para casas de apostas nas redes sociais. A decisão da influenciadora foi revelada pela Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (18), que ainda informou que propostas de outras empresas do setor foram recebidas e recusadas por ela.
Em agosto deste ano, a assessoria da ex-mulher de Zé Felipe comunicou o término da parceira da empresária com uma plataforma de apostas. “A VF Digital comunica o encerramento da parceria comercial de Virginia Fonseca com a Blaze. A decisão foi formalizada observando os termos aplicáveis à relação contratual, encerrando-se de forma regular este ciclo”, anunciou.
Investigação
Virginia Fonseca é alvo de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O processo, que envolve também a casa de apostas Blaze, prevê indenizações por danos morais coletivos que podem somar até R$ 120 milhões devido alegações de publicidade enganosa.
Por determinação judicial, ela já estava proibida de associar as apostas a promessas de “lucro certo” ou “renda extra”. A decisão envolve também uma aposta sugerida pela influenciadora no confronto entre Argentina e Cabo Verde, válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, em julho.
A namorada de Vinicius Jr fez uma sequência de vídeos nas redes sociais em que afirmou estar “esperançosa” com uma vitória inédita e histórica de Cabo Verde, incentivando o público a apostar na seleção africana contra a então campeã mundial. Ela destacava que o goleiro do time, conhecido como Vozinha, “pegaria todas” e garantiu que o palpite era seguro.
Após a vitória da seleção de Leonel Messi por 3 a 2, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios argumentou que Virginia Fonseca utilizou sua credibilidade para estimular um resultado improvável sem o devido alerta de risco. Além disso, o MPDFT alegou que a publicação omitiu a natureza comercial do conteúdo, configurando publicidade disfarçada e sem identificação clara.
Fonte: O dia



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