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Juiz é encontrado carbonizado dentro de carro em chamas

O juiz Gustavo de Castro Campos, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), foi apontado como a vítima encontrada carbonizada dentro de um carro incendiado em São João da Boa Vista, no interior paulista, na noite de 7 de outubro de 2026. A Polícia Civil investiga a morte, cujas circunstâncias ainda não foram esclarecidas

Um corpo carbonizado foi encontrado dentro de um carro em chamas na noite de quarta-feira (7), em uma propriedade rural de São João da Boa Vista, no interior de São Paulo. Segundo informações apuradas pelo portal Metrópoles, a vítima é o juiz Gustavo de Castro Campos, que atuava na Comarca de Mococa, vinculada ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

O veículo foi localizado por volta das 19h15, em uma área pertencente à Fazenda Aliança. As circunstâncias do incêndio e da morte ainda são desconhecidas.

De acordo com a reportagem, trabalhadores rurais que operavam uma retroescavadeira nas proximidades perceberam o automóvel em chamas e utilizaram terra para tentar controlar o fogo.

A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados e compareceram ao local.

Carteira de habilitação do juiz foi encontrada no carro

Durante o atendimento à ocorrência, uma carteira de habilitação em nome de Gustavo de Castro Campos foi localizada dentro do veículo.

O documento ajudou a relacionar o automóvel ao magistrado, mas a identificação oficial do corpo ainda dependia de confirmação pericial, segundo informações preliminares divulgadas sobre o caso.

A Polícia Civil ficou responsável pela investigação e deverá apurar o que provocou o incêndio e em quais circunstâncias ocorreu a morte.

Até o momento das primeiras reportagens, não havia informações confirmadas sobre possíveis suspeitos ou motivação.

Os investigadores não descartavam nenhuma hipótese.

Quem era o juiz Gustavo de Castro Campos?

Gustavo de Castro Campos integrava o Tribunal de Justiça de São Paulo e exercia suas funções na Comarca de Mococa, no interior do estado.

Segundo informações de seu histórico profissional divulgadas pelo Metrópoles, ele era formado em Direito pelo Centro Universitário Braz Cubas e possuía duas especializações.

Antes de ingressar na magistratura, trabalhou como advogado durante aproximadamente dez anos.

Em 2014, atuou como delegado da Polícia Civil do Espírito Santo e também como juiz substituto na Justiça capixaba.

Posteriormente, passou a integrar o TJSP, onde acumulou cerca de 12 anos de atuação.

Ao longo da carreira, exerceu funções nas comarcas de Tambaú, Leme e Mococa, onde trabalhava atualmente.

Polícia investiga circunstâncias da morte

A descoberta do corpo dentro do veículo incendiado mobilizou equipes de segurança e emergência na região.

A investigação deverá considerar os resultados da perícia realizada no automóvel e no local onde ele foi encontrado, além dos exames necessários para esclarecer a causa da morte.

Ainda não foi confirmado se o incêndio foi provocado intencionalmente ou se ocorreu por outras circunstâncias.

Fonte: Notícias ao Minuto

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