Barretinho é apontado para acabar com superlotação no João Paulo II

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Porto Velho, RO – Chamado ao Hospital de Base (HB) por pacientes e servidores do expediente noturno, a Reportagem no domingo 24, foi barrada do estabelecimento e não obteve imagens internas do ex-Hospital conhecido por ‘Barretinho’.

Em um segundo momento, diante da falta de leitos para pacientes no Pronto Socorro João Paulo II, a Reportagem também teve dificuldade de acesso às clínicas cirúrgicas ameaçadas de fechamento.

Nesta segunda-feira 25, após divulgação do suposto caos no João Paulo, ‘imagens não foram permitidas’. Mas foi possível mensurar da recepção corredores à dentro dezenas de pessoas amontoadas por falta de leitos, insumos, remédios e medicamentos’.

Construídas com dinheiro das compensações das usinas hidrelétricas, dois centros cirúrgicos do Hospital de Base, emergencialmente, não foram desativadas pela nova direção e passaram a internar pacientes do Pronto Socorro João Paulo.

A medida, tomada tão logo este site de notícias instou servidores sobre a suposta manobra, que possibilitou a retirada de parte dos pacientes dos corredores e puxadinhos do JP II, revelou fonte fidedigna – que derramou loas ao secretário da Saúde, Fernando Máximo.

Na outra ponta da linha, com as instalações do antigo Barretinho desativado por conta do funcionamento do ‘Hospital do Amor’ o estabelecimento foi sugerido por pacientes e servidores ‘a abrigar outra metade ainda jogada nos corredores do João Paulo e em casa à espera de cirurgias’.

Desde o final da gestão do ex-governador Daniel Pereira, o número de acidentados que dão entrada nas UPAS e João Paulo Segundo ‘mais que dobrou’ – a maioria é vítima de colisões violentas entre motocicletas e veículos leves e pesados, adiantou uma fonte anônima.

– O cenário é de quem estaria diante de um verdadeiro rescaldo de uma guerra entre norte-americanos e afegãos, comparou a fonte pelo grande número de pacientes amontoados nos corredores do JP Segundo transladados pelas UPAS.

O suposto fim do cenário de ‘guerra’ no Pronto Socorro e Hospital João Paulo Segundo, de acordo com pacientes e servidores da escala noturna do Hospital de Base (HB), a solução ‘é a imediata reutilização do Barretinho e de uma ala inativa de uma clínica cirúrgica com capacidade para até 70 pacientes’.

O déficit de leitos no João Paulo, caso essas duas unidades sejam reutilizadas no Hospital de Base (HB), conforme declaram administradores da rede estadual de saúde, ‘enquanto o governador não bater o martelo para construir o EURO (Pronto Socorro e Hospital de grande porte), ‘o Barretinho, ao menos conteria a superlotação no JP II’.

Imagem Ilustrativa: Divulgação

 

SITUAÇÃO ATUAL – O clima vivenciado por pacientes e servidores, tanto no Pronto Socorro e Hospital João Paulo Segundo, quanto nas emergências das UPAS Leste e Sul, ‘é, verdadeiramente, de um cenário de guerra’. A onda de caos nessas unidades foi estabelecida, na inicial, com o aumento vertiginoso do aumento de acidentados e vitimas de tentativas de homicídios em geral, atestam servidores.

Enfim, centenas de pacientes continuam amontoados nos corredores e nos denominados ‘puxadinhos’ do João Paulo Segundo. Sem falar na falta de médicos, insumos e medicamentos aos primeiros procedimentos médicos, ‘os pacientes são transferidos, com maior velocidade, principalmente os oriundos das cidades do interior do Estado’, completam servidores.

Com a chegada do novo secretário de Saúde, Fernando Máximo, que permitiu a reutilização de duas clínicas destinando para pacientes oriundos do João Paulo, medida  considerada inédita por servidores e pacientes, ele está sendo aconselhado a ampliar os serviços com o reuso do antigo Barretinho.

Fonte: Da Redação/CNR | Por Xico Nery

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