Bem nas pesquisas, Jotta Júnior trabalha forte e diz que pode surpreender

Não basta apenas querermos mudança, também temos obrigação de sermos a mudança.

Foto: Assessoria
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O radialista Jotta Júnior (PTC) disse que não lhe causou surpresa aparecer entre os oito melhores candidatos a deputado federal na pesquisa divulgada esta semana por um Instituto e avaliou que sua conduta combativa e militante na mídia como formador de opinião é um de seus principais referenciais pelo eleitorado.

“A politização do povo é uma realidade. Nos últimos quatro anos, a onda de corrupção que vem assolando o Brasil fez a nação acordar para a política. Hoje, o voto tem que ser conquistado muito mais com ações do que demagogias e discursos vazios e, sobretudo, por quem tem credibilidade”, comentou.

Jotta Júnior faz da comunicação um sacerdócio diário no rádio. Conhecedor profundo das questões político-sociais da cidade, do Estado e do País, ele tem sido uma das grandes vozes defensoras das mudanças no quadro representativo político rondoniense e pretende ser parte dessa mudança.




“Não basta apenas querermos mudança, também temos obrigação de sermos a mudança. A Democracia nos permite isso como cidadãos contribuintes. Infelizmente a política hoje se transformou num balcão de negociadas e a situação do País reflete exatamente essa inversão de valores através da violência, do desemprego e outras mazelas”, comentou.

Como deputado federal, caso seja eleito, Jotta Júnior disse que sabe dos desafios que enfrentará para defender o Estado, mas confia no bom senso e no potencial que te para a proposição das mudanças necessárias. “Certamente irei encontrar outras pessoas com credibilidade na Câmara para lutar por mudanças. Não ser corrupto e querer melhorar o que está ruim já é um bom começo”, avaliou.

Nas questões estritamente afetas à situação rondoniense, ele cita como preocupante a questão do Caso Beron, o crescimento da criminalidade e o desemprego. “Estão aí três questões que tenho discutido muito, inclusive no rádio.

O Caso Beron é uma molecagem que estão fazendo com Rondônia, querendo que a gente paga uma conta que não é nossa. Também me preocupa a violência e o desemprego de pais de famílias e dos jovens. São questões que precisam de uma urgente intervenção estatal e teremos que as enfrentas de maneira firme juntos ao lado do próximo governante’”, finalizou

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