
Com altas temperaturas, grandes aglomerações e consumo frequente de álcool, o Carnaval exige atenção redobrada à saúde, especialmente em estados quentes como Rondônia. Para orientar os foliões, a coordenadora do curso de Enfermagem da Afya São Lucas, Itamires Coimbra, reuniu recomendações práticas que ajudam a reduzir riscos e evitar problemas comuns durante o período festivo.
Segundo a enfermeira, os cuidados básicos seguem sendo os mais eficazes. “Calor, desidratação e álcool formam a combinação que mais derruba o folião. A orientação é beber água ao longo do dia, fazer pausas em locais ventilados, manter alimentação leve e usar protetor solar com reaplicação”, destaca. Ela lembra ainda de um ponto regional importante: “Em festas ao ar livre, especialmente no fim da tarde e à noite, o uso de repelente é fundamental para reduzir a exposição a mosquitos”.
Prevenção de infecções e ISTs
Durante o Carnaval, também aumenta o risco de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e viroses. Itamires reforça que a prevenção começa com medidas simples e contínuas. “Preservativo deve ser usado em todas as relações, vaginal, anal e oral. Para quem tem múltiplas parcerias ou dificuldade de uso consistente, o SUS oferece estratégias de prevenção combinada, como testagem regular, PrEP e, quando indicado, PEP”, explica.
No caso de viroses respiratórias e gastrointestinais, a orientação é redobrar a higiene. “Lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool 70%, não compartilhar copos e garrafas e ter cuidado com gelo e alimentos de procedência duvidosa são atitudes que fazem diferença. Em aglomerações, o contato das mãos com o rosto é uma das principais formas de transmissão”, alerta.
Após relações desprotegidas, a testagem é indicada, mas respeitando a chamada janela imunológica. “O teste não falha; ele precisa de tempo para detectar a infecção. Em geral, a janela é de cerca de 30 dias, podendo variar conforme o teste e o organismo”, esclarece. Na prática, a orientação é procurar o serviço de saúde para avaliação imediata, realizar um exame inicial e programar o retorno no tempo adequado.
A coordenadora diferencia ainda PrEP e PEP: “PrEP é para quem ainda não se expôs, mas tem risco frequente. Já a PEP é pós-exposição e deve ser iniciada o quanto antes, no máximo até 72 horas após a situação de risco, com acompanhamento por 28 dias”.
Monte um kit básico para a folia
• Leve água ou planeje pontos de compra para manter a hidratação.
• Inclua sais de reidratação ou bebidas isotônicas.
• Use protetor solar e repelente para proteção contra o sol e insetos.
• Tenha álcool 70% para higienizar as mãos.
• Leve lenços, curativos e antisséptico para pequenos cuidados.
• Não esqueça preservativos e lubrificante à base de água.
• Quem faz uso de medicação contínua deve levar os remédios e uma identificação básica.
Fique atento aos sinais de alerta
• Procure atendimento médico imediato em casos de confusão mental, desmaio ou convulsão.
• Falta de ar, dor no peito, vômitos persistentes ou febre alta exigem avaliação médica.
• Sinais de desidratação importante ou sonolência extrema após consumo de álcool ou outras substâncias são motivos de alerta.
• Em situações de violência sexual, o atendimento deve ser imediato, garantindo acolhimento e acesso às profilaxias indicadas.
Afya Amazônica
A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado de Rondônia conta com duas instituições de graduação (Afya Centro Universitário São Lucas e Afya Ji-Paraná). Tem ainda dez escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Acre (1), Pará (4) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com outras 3 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM) e Palmas (TO).
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.
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Fonte: Assessoria de Imprensa | Afya




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