
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) descreveu, nesta quarta-feira (7/10), as mudanças na Constituição defendidas por ele. O senador afirmou que entre as alterações estão a eforma do Judiciário, pela redução da maioridade penal e pelo fim da reeleição.
Flávio concedeu uma coletiva à imprensa em frente ao QG de campanha, localizado no Lago Sul, em Brasília. Ele se reuniu no local com integrantes da Federação União-Progressista para oficializar o apoio para o segundo turno das eleições contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“A gente tem várias PECs que são possíveis. Tem que haver uma reforma do Judiciário. Eu sou a favor da redução da maioridade penal há bastante tempo; isso tem que ser feito por PEC. Tem pontos aqui da reforma tributária que têm que ser alterados por PEC”, explicou.
O senador também se manifestou sobre o fim da reeleição e afirmou que fica na mão do Congresso a definição da duração do mandato.
Eu fiz o compromisso de não concorrer à reeleição, e é o Congresso que vai definir os critérios: se vai ser mandato de 4, de 5 anos, se vai valer só para presidente, se vai valer para governador. Aí é o processo legislativo que vai ser respeitado, e a maioria vai decidir qual é o caminho que tem que ser feito e a reforma política que tem que ser feita”, destacou.
Flávio aproveitou a oportunidade e direcionou críticas à Lula o acusando de atuar por mero cálculo político e busca pelo poder em detrimento das necessidades da população. Flávio defendeu que a verdadeira prioridade deveria ser o alívio financeiro do trabalhador, por meio da redução da carga tributária sobre a folha de pagamento e do combate ao endividamento , contrapondo a sua proposta com o que classificou de “falsas promessas” do atual Executivo.
“O meu projeto é deixar o pobre rico. O projeto dele é tirar o pobre da pobreza e jogar na miséria, na dependência do governo. (…) Eu não tô disputando poder, tô disputando o futuro do meu país”, alfinetou.
Fonte: Metrópoles




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