Menina de 4 anos faz desabafo após ser estuprada pelo primo de 32: ‘Quero morar no céu’

Abusos sexuais foram cometidos por familiar, de 32 anos; suspeito ofereceu casa e terreno para que a queixa fosse retirada

Foto: Divulgação
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A menina de 4 anos que foi abusada pelo primo, de 32, dentro da própria casa, em Cubatão, desabafou com a mãe após o crime. Conforme o relato, a criança disse que “queria ir morar no céu”. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil. Até o momento, o suspeito de ter estuprado a menina não foi localizado.

A mãe da vítima, Idamari da Silva, de 27 anos, relatou que o estupro aconteceu dentro da casa onde vive com a filha, no bairro Vila Esperança. Devido à agressão, o comportamento da criança começou a mudar, o que chamou sua atenção.




Ela lembra que a filha passou a cortar o próprio cabelo e que evitava usar roupas femininas. “Ela dizia que não queria ser mulher, que era coisa ruim, e eu achei aquilo estranho, então fiquei mais de olho”.

Idamari ainda revela que a menina “disse que estava cansada, que queria morar no céu”.

Após fugir para Minas Gerais, suspeito ofereceu imóvel para que prima retirasse queixa (Foto: Reprodução)




Entenda o caso

De acordo com a mãe, o estupro teria acontecido em poucos minutos, após ela deixar a casa para pagar uma conta. Ela relata que deixou a casa aberta, a filha com o primo no quintal, e que, ao voltar, estranhou o fato de a residência estar com as portas e janelas trancadas, e a criança deitada na cama, enrolada em um lençol.




No dia 31 de março, sua filha apresentou sangramento nas partes íntimas e relatou os abusos para a mãe. A menina contou que o parente havia pedido para que ela tirasse as roupas e teria cometido o estupro em seguida. A criança tentou evitar o abuso ao se enrolar em um lençol, mas não conseguiu impedir a agressão.

Após o relato, a comerciante questionou o primo sobre os crimes, mas ele negou e se prontificou a acompanhá-la na delegacia. Entretanto, ele se mudou para Minas Gerais um dia depois. O suspeito ainda entrou em contato com a família e ofereceu uma casa e um terreno em Cubatão para que a mãe retirasse as queixas registradas no boletim de ocorrência, registrado na Delegacia de Defesa da Mulher.

Fonte: Mceará