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Viajar a arte de descobrir o mundo, sentir emoções e transformar a alma

Por Juvenil Coelho

Não há dúvida alguma de que, entre as experiências mais prazerosas que a vida pode nos proporcionar, uma das mais deleitáveis é desfrutar de viagens, ultrapassando os limites geográficos do nosso cotidiano em direção a outras paragens do vasto universo. É justamente nesses deslocamentos para diferentes localidades que se têm a oportunidade de vivenciar as riquezas singulares que cada região oferece aos seus visitantes.

Além disso, viajar é um momento oportuno para a construção de novas amizades, por meio do contato direto e da interação com pessoas de diferentes raças, costumes e tradições. Destaca-se também o campo da rica e diversificada gastronomia, que apresenta verdadeiras iguarias, pratos típicos e sabores incomparáveis, capazes de encantar o paladar no dia a dia.

No conjunto da obra, trata-se de uma chance única de conhecer as belezas naturais que o mundo nos oferece gratuitamente. Entre essas paisagens encantadoras estão as belas praias, as exóticas selvas, os maravilhosos centros urbanos, com climas raros e altitudes distintas, além de monumentais museus históricos, teatros e pitorescos bosques espalhados mundo afora.

É nessas viagens que conseguimos absorver ensinamentos preciosos, indispensáveis à nossa convivência cotidiana e que, certamente, agregam valor à nossa formação intelectual. A troca de ideias e o contato direto com outros povos e civilizações ampliam horizontes e enriquecem a visão de mundo. Ademais, a convivência com pessoas de diferentes regiões possibilita o aprendizado de línguas e dialetos, bem como o conhecimento de religiões e crenças que podem servir de suporte espiritual na definição do próprio caminho existencial.

Viajar, porém, vai além do deslocamento físico: é uma experiência profundamente emocional. Cada chegada desperta encantamento, cada paisagem provoca admiração e cada despedida carrega consigo um misto de saudade e gratidão. O coração se expande diante do novo, os sentidos se aguçam e a alma se permite sentir o mundo em sua plenitude, transformando cada jornada em uma memória viva, marcada por sentimentos que permanecem muito além do retorno ao lar.
Ao mesmo tempo, toda viagem convida à reflexão. Longe da rotina, somos levados a repensar valores, prioridades e a própria forma de enxergar a vida. O contato com realidades distintas nos ensina humildade, empatia e respeito, fazendo-nos compreender que, apesar das diferenças culturais, todos partilhamos sonhos, desafios e esperanças semelhantes. Assim, viajar torna-se também um exercício de autoconhecimento, no qual cada passo dado fora revela, paradoxalmente, um pouco mais de quem somos por dentro.

Ao final, a conclusão a que se chega é clara: somente quem se permite viajar para outras plagas consegue dimensionar a grandiosidade deste mundo que o Deus onipotente nos colocou à disposição, com todas as diversidades da Mãe Natureza. Diante dessa grandeza exuberante, colocamo-nos à disposição para incentivá-lo a novas viagens e, consequentemente, a novas conquistas.

Juvenil Coelho
Diretor da Phoenix

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