
Porto Velho (RO) — O advogado Samuel Costa (Rede), pré-candidato ao Governo de Rondônia, afirmou que sua atuação política é guiada por princípios e não por conveniências eleitorais. Em declaração pública, Costa reforçou que nunca construiu sua trajetória “puxando o tapete dos outros” e que mantém a palavra como eixo central de sua vida pública, mesmo que isso lhe custe apoio partidário.
“Sou uma pessoa que está na política para tentar fazer diferente. Não quero o poder pelo poder”, declarou. Segundo ele, a opção por uma política participativa pode significar, inclusive, o isolamento em relação a partidos progressistas, mas é um preço que está disposto a pagar para preservar coerência e compromisso com a população.
O pré-candidato também comentou questionamentos recorrentes sobre sua relação com o Partido dos Trabalhadores (PT) em Rondônia. Conhecido por ter sido um dos principais defensores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado ao longo da última década, Costa afirmou não se sentir frustrado pela ausência de apoio formal de dirigentes petistas locais.
“Faço política por convicção, não por oportunismo”, afirmou. Para ele, a defesa de projetos e lideranças deve estar alinhada a valores e à construção coletiva, e não a cálculos imediatos de poder. “Quem escolhe defender o povo nunca terá vida fácil”, acrescentou.
Samuel Costa destacou ainda que seu projeto político tem foco no bem-estar dos rondonienses, com prioridade para os trabalhadores, os humildes e os mais vulneráveis. Segundo ele, o momento é de semear uma nova cultura política no estado. “Estamos plantando sementes que, em algum momento, vão florescer, permitindo a eleição de pessoas comprometidas com a pauta coletiva”, disse.
A fala ocorre em um contexto de reorganização do campo progressista em Rondônia, marcado por disputas internas e debates sobre estratégia eleitoral para os próximos anos. Ao se posicionar de forma crítica ao pragmatismo partidário, Samuel Costa sinaliza que sua eventual candidatura buscará diálogo direto com a sociedade, apostando na participação popular como base de sustentação política.
Fonte: Assessoria




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