ABUSO – Pai usa anestésico para estuprar filha de 1 ano e é preso

Criança sofreu ferimentos na região anal e precisou passar por cirurgia de reconstrução. Pai fugiu e foi encontrado em hotel no interior

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O pai de uma menina de apenas 1 ano e 11 meses foi preso em Goiás por estuprá-la, utilizando o anestésico xilocaína. Ele foi descoberto pela mãe da criança, que estranhou os ferimentos na garota e as marcas de sangue pela casa.

A mulher acionou a polícia após a menina ser vítima do abuso sexual, que aconteceu no último sábado (27/11), no Residencial Itália, em Goiânia.




O pai confessou o crime somente após ser preso. O homem só foi detido na noite dessa segunda-feira (29/11), em Itauçu, a 70 quilômetros da capital.

O suspeito fugiu assim que a esposa percebeu o que havia ocorrido e se escondeu em um hotel no interior. A criança sofreu ferimentos na região anal e precisou passar por uma cirurgia de reconstrução.

Ela foi levada para o Hospital Materno Infantil, onde recebeu atendimento médico. A cirurgia já foi realizada, mas a garota segue internada.



A delegada responsável pelo caso, Gabriela Adas, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), contou ao Metrópoles que o pai aproveitou o momento em que a mãe saiu de casa para ir ao supermercado, na noite de sábado, para cometer o estupro.

Ao retornar, a mulher encontrou o marido nu, a filha ensanguentada e resquícios de sangue dela na cama e no chão da casa. O homem confessou para a mulher o que havia feito e fugiu. Para a delegada, ele voltou a afirmar o crime e disse que não esperava que a criança fosse se machucar tanto.

Até 15 anos de prisão

A esposa encontrou, ainda, a embalagem da xilocaína sobre a cama. O homem estava bêbado e assistindo a um jogo de futebol.




Ele foi conduzido para a Central de Flagrantes de Trindade, passará por audiência de custódia e deverá ser levado para a Casa de Prisão Provisória (CPP), no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.

Ele é investigado por estupro de vulnerável com agravante por ser o pai da vítima. A pena pode ser de até 15 anos de prisão.


Fonte: Metrópoles

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