Biden faz novo ataque à China e diz que são as democracias de mercado que ditam as regras do comércio e da tecnologia

Foto: Divulgação
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Sputnik – Em artigo publicado no The Washington Post, o presidente dos EUA excluiu a China do rol de países que podem estabelecer as normas do comércio e da tecnologia em âmbito mundial.

Em sua primeira viagem ao exterior no cargo de presidente, Joe Biden se reunirá em Bruxelas com Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e Charles Michel, presidente do Conselho Europeu, para debater como os EUA e a União Europeia (UE) podem “trabalhar em estreita coordenação nos desafios globais”.

“Vamos nos concentrar em garantir que as democracias de mercado, e não a China nem mais ninguém, estabeleçam as regras do século XXI em torno do comércio e da tecnologia”, detalhou.

De acordo com o líder dos EUA, as principais democracias do mundo poderão oferecer uma “alternativa de alto nível” à China para melhorar “a infraestrutura física, digital e de saúde que seja mais resistente e apoie o desenvolvimento global”.

Além disso, Biden afirmou que seu país deve “liderar o mundo a partir de uma posição de força”, quer se trate de lutar contra a pandemia, “responder às exigências de uma crise climática acelerada” ou “confrontando as atividades prejudiciais dos governos da China e da Rússia”.

No âmbito de sua primeira viagem ao exterior como presidente, Biden participará da cúpula do G7 que terá lugar de 11 a 13 de junho no Reino Unido e, em seguida, se reunirá na Bélgica com os líderes da União Europeia e participará da cúpula da Otan.

Rússia e China devem resistir em conjunto aos ‘atos perversos’ dos EUA

Wang Yi, ministro das Relações Exteriores da China, afirmou durante uma conversa telefônica com seu homólogo russo Sergei Lavrov que Washington está usando a democracia e os direitos humanos para interferir na política interna de outros países.

O chanceler sublinhou que, sendo “potências responsáveis” e membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, a China e a Rússia devem “denunciar e resistir conjuntamente a estes atos perversos” e “defender firmemente o sistema mundial com as Nações Unidas no centro”.

O Chanceler chinês disse que Moscou e Pequim sempre se apoiaram mutuamente em questões relacionadas com seus interesses fundamentais, declarando que “a Rússia tem defendido a justiça” em várias ocasiões para “apoiar a posição legítima” do país asiático “em resposta a uma campanha de difamação contra a China por parte dos EUA e de outros países ocidentais”.


Fonte: Brasil 247

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