Caso Vitória Gabrielly: casal é condenado e mãe da jovem se manifesta revoltada: ‘Não fariam diferença’

O crime aconteceu no mês de junho de 2018, em Araçariguama, interior do estado de São Paulo.

Foto: Divulgação
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caso Vitória Gabrielly ganhou grande repercussão no Brasil inteiro e gerou comoção na população. A garotinha desapareceu na tarde de 8 de junho de 2018, após ter saído de sua casa para poder andar de patins, na cidade de Araçariguama. Câmeras de segurança conseguiram registrar a estudante na rua no dia em que sumiu.




O desaparecimento de Vitória Gabrielly mobilizou buscas e uma força-tarefa foi formada para poder procurar a criança. Ela foi achada sem vida oito dias após o desaparecimento, em uma região de mata às margens de uma estrada de terra, no bairro Caxambu. A estudante tinha apenas 12 anos de idade.

Casal é condenado pela morte de Vitória Gabrielly

Mayara Abrantes e Bruno Oliveira foram condenados pela Justiça pelo assassinato da jovem Vitória Gabrielly. O julgamento aconteceu nesta última terça-feira, 9 de novembro. A sentença foi expedida pelo juiz Flávio Roberto de Carvalho que sentenciou os réus a 36 anos de prisão pelos crimes de sequestro, homicídio e ocultação de cadáver.




O magistrado que deu a sentença ainda disse que o castigo para os familiares da jovem é perpétuo, já que tem que conviver com a dor da saudade. O juiz ainda frisou a frieza de Mayara, que saiu para fazer compras como se nada houvesse acontecido depois de ter cometido o crime.

Três pessoas foram indiciadas pelo homicídio da criança e um quarto indivíduo também chegou a ser preso e investigado. O terceiro acusado de participar do crime aguarda que o julgamento seja agendado pela Justiça.




A mãe de Vitória Gabrielly ficou revoltada com o impedimento de participar do julgamento do caso. Rasana Guimarães se disse frustrada com a situação, já que há comércios abertos normalmente e até jogos de futebol com torcida. “Entendemos que estamos em pandemia, mas já tem comércio aberto com público, jogo com torcida e os pais não podem ver um julgamento. Duas pessoas lá [no plenário] não fariam diferença”, desabafou a mulher.

A presença de público durante a audiência que julgava o caso não foi permitida por causa das medidas de isolamento em virtude da pandemia do coronavírus.


Fonte: 1 News

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