Decepção: Gestão tucana trai os trabalhadores do transporte coletivo em Porto Velho

Durante a pandemia do coronavírus Hildon Chaves (PSDB) comprometeu-se em defender os trabalhadores do transporte coletivo

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Em 1º de março de 2019 houve uma greve no transporte coletivo de Porto Velho durante a gestão do prefeito Hildon Chaves (PSDB). O motivo foi a demissão de 120 funcionários pelo Consórcio SIM, ocorrido no dia 28 de fevereiro.

364 – Os trabalhadores e trabalhadoras do transporte coletivo da capital já se articulam na eminência de deflagrarem uma nova greve em solidariedade as dezenas de cobradores que perderão seus postos de trabalhos nos próximos dias, caso a Câmara Municipal de Porto Velho aprove o pacote de maldades.

A Prefeitura de Porto Velho encaminhou o PLC que chegou ao Legislativo Municipal através da Mensagem 004/2021 e vai dar nova redação ao artigo 2º da Lei nº 2.274/2015, que estabelece normas sobre o transporte coletivo urbano da cidade de Porto Velho e acrescentará o parágrafo único que desobriga as empresas permissionárias a dispor de um servidor para a função de cobrador.

O referido Projeto do Executivo prevê acumulação de funções de cobrador e motorista em coletivos urbanos da capital.

Prefeito Hildon Chaves reunido em assembleia geral com os trabalhadores do transporte coletivo urbano em Porto Velho

A classe se sente enganada e trapaceada pelo Prefeito Hildon Chaves que, durante campanha eleitoral prometeu defender os postos de trabalho, minimizando assim os transtornos com os trabalhadores do transporte coletivo urbano.

Em pouco mais de um mês de gestão, Chaves encaminha a mensagem ao Poder Legilastivo Municipal contrariando uma das suas principais promessas de campanha na reeleição e deixando a classe trabalhadora a mercê da própria sorte.

Documento assinado por Hildon Chaves retira direitos dos trabalhadores do transporte coletivo em Porto Velho:


Fonte: Brasil 364

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