O dia 17 de setembro na história de Porto Velho, Rondônia, Brasil e Mundo

Foto: Divulgação
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O DIA NA HISTÓRIA

Lúcio Albuquerque – [email protected]

BOM DIA 17 DE SETEMBRO!

COMEMORA-SE

Dia Nacional do Transportador Rodoviário de Carga. Dia da Compreensão Mundial. Dia Nacional do Portador de Deficiência Visual.
Católicos lembram  São Roberto Belarmino, Santa Hildegarda, Santa Columba.

BRASIL

1894 – A Confeitaria Colombo é inaugurada no Rio de Janeiro.

1968 – Morre o general Mascarenhas de Moraes, comandante da Força Expedicionária Brasileira – FEB, que atuou na II Guerra Mundial, na Itália.

1985 –  No Brasil, ocorre o primeiro grande apagão de sua história, deixando sem energia elétrica oito estados e o Distrito Federal.

MUNDO

1793 – Revolução Francesa: o Comitê de Salvação Pública inicia a repressão sanguinária conhecida como “O Terror”.

1939 — Conforme o combinado entre os ditadores Hitler e Stalin, a União Soviética invade a Polônia.

1948 – Terroristas árabes matam o Conde Folke Bernadotte, que mediava a paz entre árabes e Israel a serviço da ONU.

1988 – Iniciam os Jogos Olímpicos de Seul, com retorno das grandes potências esportivas EUA (ausente em 1980) e União Soviética (em 1984).

1991 – A primeira versão do núcleo do Linux (0.01) é lançada na Internet. 2001 — A Bolsa de Valores de Nova Iorque reabre após os ataques de 11 de setembro.

FOTO DO DIA

Fevereiro de 1911 – Em Santo Antônio do Madeira, que já perdia sua importância desde que os construtores da ferrovia Madeira-Mamoré mudaram o canteiro de obras para Porto Velho. Dia 3 atracava no barranco do Rio Madeira o navio “Satélite”, e sua única carga era de marinheiros participantes da “Revolta da Chibata” (liderados pelo marinheiro João Candido – centro na foto, contra punição com chibatadas aos marinheiros), mais de 100 homens e 44 mulheres, consideradas pelo presidente Hermes da Fonseca “prostitutas” e “antissociais”. Dos homens, 11 foram fuzilados em alto mar, conforme o comandante  Carlos Story. Em Porto Velho a “polícia chinesa” impediu a atracação atirando no navio (historiador Francisco Matias). Em Santo Antônio os “passageiros” foram deixados, muitas das mulheres absorvidas pela prostituição e os homens vendidos como escravos a seringalistas. Dois autores rondonienses tratam do assunto, Amizael Gomes da Silva (Da chibata ao inferno) e Júlio Olivar (A Cidade que não existe mais).


Fonte: Lúcio Albuquerque

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