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Pesquisa em Rondônia mostra rejeição de candidatos à Presidência em 2026

Levantamento aponta índices de rejeição por nível de escolaridade e cenário geral entre eleitores do estado

A 4ª Pesquisa de Opinião Eleitoral realizada em Rondônia também avaliou o índice de rejeição dos principais nomes cotados para a disputa presidencial de 2026. O levantamento ouviu 1.355 eleitores em 15 municípios entre os dias 13 e 17 de abril, com margem de erro de ±2,7% e nível de confiança de 95%.

No cenário geral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com o maior índice de rejeição, sendo citado por 33,4% dos entrevistados como um nome em que não votariam “de forma alguma”. Nos votos válidos (IVD), esse percentual chega a 42,0%.

Em seguida, o senador Flávio Bolsonaro registra 20,7% de rejeição total e 26,0% nos votos válidos.

Já o governador Ronaldo Caiado apresenta 8,7% de rejeição (10,9% nos votos válidos), enquanto Renan Santos soma 6,7% (8,4% nos votos válidos).

Outros nomes aparecem com índices menores, como Romeu Zema, com 4,6% (5,8% nos válidos), e Aldo Rebelo, com 3,3% (4,2%).

O grupo de eleitores que declarou não rejeitar nenhum nome ou não opinou representa 20,4% da amostra.

Recorte por escolaridade

A pesquisa também detalha a rejeição por nível de instrução, indicando que:

  • Entre eleitores com ensino médio, está a maior concentração da amostra (42,66%) e também índices relevantes de rejeição distribuídos entre os principais candidatos;
  • Entre os que possuem ensino fundamental, Lula e Flávio Bolsonaro concentram maior rejeição proporcional;
  • Já entre eleitores com ensino superior, os índices se mostram mais distribuídos entre os nomes avaliados.

Metodologia

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 07427-2026, com abrangência em 15 municípios de Rondônia. O estudo foi contratado pelo Jornal Correio Continental e tem como universo eleitores da região.

Os dados representam um retrato do momento da coleta e podem variar conforme o andamento do cenário político nacional.

Fonte: Oobservador

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